sábado, 23 de abril de 2011

Nosso medo mais profundo...




Nosso medo mais profundo é saber que somos poderosos além da conta. É nossa Luz que nos assusta. 
Nos perguntamos: Quem sou eu para me sentir brilhante? Mas, na realidade, quem é você para não sê-lo? 
Você é uma criança de Deus. Teu jogo de ser insignificante não serve ao mundo. Não tem nada de iluminação em fazer-te menor com a finalidade de outras pessoas não se sentirem inseguras ao teu redor.
 Todos podemos brilhar, tal como fazem as crianças. Todos nascemos para manifestar a Glória de Deus, que se encontra em nosso interior. Esta Glória não está dentro de uns, está dentro de todos nós. 
E quando permitimos que nossa própria Luz brilhe, inconscientemente damos oportunidade a outras pessoas para fazer o mesmo. A medida que vamos liberando os nossos medos, nossa presença libera os outros automaticamente.”  
                                 (Texto Nelson Mandela)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Poder das Palavras


   (Texto de Brad Hunter)

A palavra, junto com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir.

A teoria diz que quando focalizamos nossa mente em algo e acrescentamos a isso o sentimento e a emoção correspondentes, para finalmente expressá-lo, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando todos os aspectos da matéria.
Aquilo que você diz ao seu semelhante diz para si mesmo
Se cada um de nós estivesse consciente de que a energia liberada em cada palavra afeta não só a quem a dirigimos, mas também a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia, começaríamos a cuidar mais do que dizemos.

Os antigos essênios sabiam da existência de um enorme poder contido na oração, no verbo e na palavra. Os antigos alfabetos como o sânscrito, o aramaico e a linguagem hebraica são fontes de poder em si mesmas. Os essênios utilizaram a energia que canaliza a linguagem - que era a manifestação final do pensamento, da emoção e do sentimento - para manifestar na realidade a qualidade de vida que desejavam experimentar neste mundo. Nas culturas do antigo Oriente eram utilizados os mantras, as rezas, os cânticos e as orações com intenção predeterminada, como técnicas para materializar estados internos e programar, de uma forma ignorada por nós na atualidade, realidades pensadas, desejadas e afirmadas previamente.

Os estudos realizados por físicos quânticos começam a redescobrir e validar o enorme conhecimento esquecido de antigas culturas ancestrais. Um conhecimento que se encontra ainda escondido e esquecido e que nos traria o poder de mudar nosso mundo.

As palavras podem programar o DNA
A mais recente investigação científica russa indica que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências, sem seccionar e nem substituir genes individuais. Só 10% de nosso DNA é utilizado para construir proteínas e este pequeno percentual do total que compõe o DNA é o que estudam os investigadores ocidentais. Os outros 90% é considerado “DNA sucata”. Entretanto, os investigadores russos, convencidos de que a natureza não é tola, reuniram lingüistas e geneticistas - em um estudo sem precedentes , para explorar esses 90% de “DNA sucata”.

Os resultados levaram a conclusões impensadas: segundo os estudos, nosso DNA não só é o responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazém de informação e para a comunicação a toda escala da biologia. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente no aparentemente inútil 90%, segue as mesmas regras de todas as nossas linguagens humanas. Compararam as regras de sintaxe (a forma em que se colocam juntas as palavras para formar frases e orações), a semântica (o estudo do significado da linguagem) e as regras gramaticais básicas e assim descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras fixas, tal como nossos idiomas.

Portanto, as linguagens humanas não apareceram coincidentemente, mas são um reflexo de nosso DNA inerente. O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. “Os cromossomas vivos funcionam como computadores solitônicos/holográficos usando a radiação laser do DNA endógeno”. Isso significa que alguém pode, simplesmente, usar palavras e orações da linguagem humana para influir sobre o DNA ou reprogramá-lo.

Os mestres espirituais e religiosos da antiguidade sabiam, desde milhares de anos, que nosso corpo pode ser programado por meio da linguagem, das palavras e do pensamento. Agora isso foi provado e explicado cientificamente. A surpresa maior foi descobrir a maneira como os 90% do “DNA Sucata” armazena a informação. “Imaginemos uma biblioteca que, em lugar de arquivar milhares de livros, só guarda o alfabeto comum a todos os livros. Então, quando alguém solicita a informação de um determinado livro, o alfabeto reúne todo o conteúdo em suas páginas e coloca a nossa disposição”, esclareceu Garjajev. Isto nos abre as portas a um mistério ainda maior: que a verdadeira “biblioteca” estaria fora de nossos corpos em algum lugar desconhecido do cosmos e que o DNA estaria em comunicação permanente com este reservatório universal de conhecimento.

A EVIDÊNCIA INESPERADA
O investigador Dan Winter, que desenvolveu um programa de computação para estudar as ondas sinusoidais que o coração emite  sob respostas emocionais, em uma fase da investigação com seus colegas, Fred Wolf y Carlos Suárez, analisou as vibrações da linguagem hebraica com um espectrograma. O que descobriram foi que os pictogramas que representam os símbolos do alfabeto hebraico se correspondiam exatamente com a figura que forma a longitude de onda do som de cada palavra.

Isso significa que a forma de cada letra era a exata figura que formava a referida longitude de onda a ser vocalizada. Também comprovaram que os símbolos que formam o alfabeto são representações geométricas. No caso do alfabeto hebraico, os 22 gráficos utilizados como letras são 22 nomes próprios originalmente usados para designar diferentes estados ou estruturas de uma única energia cósmica sagrada, que é a essência e semelhança de tudo o que é. O livro do Gênesis está escrito nesta linguagem.

As letras dos antigos alfabetos são formas estruturadas de energia vibracional que projetam forças próprias da estrutura geométrica da criação. Desta maneira, com a linguagem se pode tanto criar, como destruir. O ser humano potencializa o poder contido nos alfabetos ao somar-lhe o poder de sua própria intenção. Isso nos converte em responsáveis diretos dos processos criativos ou destrutivos na vida. E somente com a palavra!

O PODER CURATIVO DA PALAVRA
Existe uma capacidade demonstrada de quanto a palavra pode afetar a programação do DNA. A saúde poderia conservar-se indefinidamente se nos orientamos em pensamentos, sentimentos, emoções e palavras criativas e, sobretudo, bem intencionadas.

Os estudos do Instituto Heart Math nos abrem um novo panorama para a cura, não só dos humanos enfermos, mas também para a cura planetária. O instituto crê na existência do que eles chamam “hiper-comunicação”, uma espécie de rede de Internet sob a qual todos os organismos vivos estariam conectados e comunicados permitindo a existência da chamada “consciência coletiva”.

O Hearth Math declara que se todos os seres humanos fossem conscientes da existência desta matriz de comunicação entre os seres vivos, e trabalhassem na unificação de pensamentos com os mesmos objetivos, seríamos capazes de resultados impensáveis, como a reversão repentina de processos climáticos adversos.

O poder das rezas, orações e pedidos, tal como nos legaram os antigos essênios - potencializado por milhares de pessoas -, nos outorgaria um poder que superaria ao de qualquer potência militar que quisesse nos impor sua vontade pela força.

Este poder tem sido demonstrado por espécies animais como os golfinhos, que trabalham unificados em objetivos comuns. Os golfinhos utilizam padrões geométricos de hiper-comunicação, ultra-som e ressonâncias que lhes servem para interagir com as redes energéticas do planeta. Estes animais possuem a capacidade de produzir estruturas sônicas geométricas e harmônicas sob a água. Poderíamos afirmar que os golfinhos ajudam mais a manter o equilíbrio planetário do que os humanos.

Se Deus nos outorgou o poder, significa que quer que nós, uma vez alcançado um nível de consciência determinado, ajudemos com respeito à vida, sendo co-criadores de sua obra.
O texto acima foi retirado da revista "El Planeta Urbano".

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

RENASCIMENTO





  
RENASCIMENTO - Uma ferramenta para o autoconhecimento
        
 O Renascimento é um trabalho de abertura à vida, onde buscamos, através da respiração, nos conectarmos com o Universo. É um processo de purificação e transformação, com o qual energias contrárias à vida são eliminadas pela respiração, dando-nos a consciência de que somos criadores da nossa própria vida e de nossa própria experiência, permitindo-nos o resgate do nosso poder criativo.

É um trabalho que se adequa muito bem à rapidez com que o mundo se transforma, estando harmonizado com o momento de evolução que a humanidade está vivenciando nesta transição para uma Nova Era, quando as transformações ocorrem vertiginosamente.

O Renascimento é, sobretudo, um processo de maestria. Através dele aprendemos a dominar diversas áreas de nossa vida. Aprendemos a ser mestres de nossa respiração, de nossos relacionamentos, de nossos pensamentos e sentimentos, da vida, do tempo, da unidade, etc.

A respiração é veículo de energia. Aprendermos a ser mestres da ­respiração equivale a nos tornarmos mestres da energia.

Um aspecto muito importante da maestria que conquistamos, através do Renascimento, é a maestria sobre nossos pensamentos. Ser mestre dos pensamentos é saber escolher aqueles que apoiam a vida, deixando partir aqueles que lhe são contrários.

Outra maestria importante é a que adquirimos sobre os nossos ­relacio­na­mentos. Na realidade, tudo na vida é relacionamento. Nos relacionamos conosco mesmos, com a família, com os amigos, com os objetos, com o dinheiro, etc.

A relação que se tem consigo próprio qualifica todos os relacionamentos que estabelecemos na vida. A nossa auto-estima interfere diretamente em nossas relações, onde projetamos partes de nós mesmos. Quando somos mestres de nossos relacionamentos podemos sentir a harmonia e a felicidade em todas as áreas de nossa vida, não apenas com as pessoas, mas também com coisas materiais, como por exemplo com o dinheiro, que é um dos relacionamentos mais conflitantes que estabelecemos.

O processo de Renascimento propicia a maestria do amor. Saber dar e receber amor livremente é a mais bonita maestria que o ser humano pode conquistar. Ela traz o sentimento de abundância e prosperidade, o sentimento de que estamos completamente apoiados pela energia e pelo Universo e de que sentimos ­mui­to amor e podemos transmití-lo e compartilhá-lo com todos.

Todo sentimento de escassez resulta da desconexão com a Fonte. Quando isto ocorre devemos respirar, porque respirar é entrar em contato com a Fonte Universal. Com o sentimento de abundância vem a maestria da vida, o sentimento de vitalidade, de termos consciência da saúde plena de nosso corpo físico e nos sentirmos abertos à vida e à imortalidade física.

O Renascimento nos permite, também, conquistar a maestria sobre o tempo. Ser mestre do tempo é, sobretudo, reconhecer que o momento que estamos vivendo, aqui e agora, é perfeito, porque ele foi escolhido por nós. Desde que aqui estamos, ter consciência da perfeição do momento e poder aplicar este ­senti­mento a toda hora e em todas as situações é ter a maestria sobre o tempo.

O Renascimento restabelece o nosso sentimento de Unidade. Ser mestre da Unidade é ter um sentimento de união com a vida e o Universo. Talvez, um dos maiores dramas da humanidade seja o drama da separação, que começou, sobretudo, no momento do nascimento, quando o cordão umbilical foi cortado prematuramente. A vida física inicia-se com um sentimento de separação demasiadamente violento, que nos acompanha pelo resto da vida, como um sentimento de separação do Universo, da Fonte Divina. Parte da maestria do Renascimento é a maestria do sentimento de união e parte deste sentimento de união é sentir-se em harmonia com o Universo. Se para nos sentirmos bem sacrificamos partes de nós mesmos, já não estamos em harmonia com o Universo porque existe uma divisão, não estamos inteiros na experiência.

Outra maestria que conquistamos através do Renascimento é a consciência do sucesso. Desde que escolhemos a vida devemos fazer dela um sucesso. Concluir que não gostamos da vida e viver olhando para a morte, com pensamentos do tipo "Não agüento mais a vida", "Não quero mais viver", "A minha vida é esperar a morte" traduzem a consciência do fracasso. Temos que reconhecer que fomos nós que escolhemos a vida e que somos criadores da nossa realidade. Nossa tarefa é torná-la o melhor possível e a capacidade para fazê- lo está dentro de nós.

As transformações que ocorrem em nossa vida com o Renascimento se dão gradualmente. A respiração vai fazendo surgir, pouco a pouco, as situações que precisam ser trabalhadas, ocorrendo as mudanças que determinam a conquista da maestria.


O texto acima foi escrito, em 1991, por Vera Lucia , baseado em palestra proferida por Ronald Fucks, renascedor internacional e seu instrutor durante sua formação como renascedora.


sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO




Que 2011 seja melhor que o ano que passou,
como deve ser cada dia de nossa vida.

Que em 2011 encontremos a nossa Paz Interior,
para que o mundo fique em paz.

Que em 2011 reconheçamos a nossa Luz,
para que o mundo se ilumine.

Que em 2011 encontremos o Amor dentro de nós,
para termos um mundo amoroso.

Que em 2011 reconheçamos a Unidade dos seres humanos,
para termos um mundo cooperativo.

Que em 2011  enxerguemos para além das aparências,
para termos um mundo compassivo.


Enfim, que em 2011 prevaleçam a Paz, a Luz, o Amor 
e a Compaixão em nosso coração.
 para que a mudança que queremos no mundo aconteça.

                                    de  Vera Lucia   para Você.                        

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Hoje Cristo nasceu em mim


Hoje Cristo nasceu em mim !
 Fica contente hoje! Fica contente!
Hoje não há espaço para mais nada
além da alegria e da gratidão.

Pai esse é o teu dia.
É um dia em que não quero fazer nada  para mim mesmo,
mas ouvir a Tua Voz em tudo o que fizer,
pedindo apenas o que me ofereces,
aceitando apenas os Pensamentos que compartilhas comigo.

Meu Pai quero passar esse dia Contigo,
 como escolheste que todos os meus dias deveriam ser.
 E o que vivenciarei não terá nenhuma relação com o tempo.
A alegria que vem a mim não será do dia, nem das horas,
pois vem do Céu para o teu Filho.
 Esse dia será a Tua doce advertência para que eu lembre de Ti,
 o Teu chamado benevolente ao Teu Filho,
o sinal de que Tua Graça veio a mim
e de que é a Tua Vontade que eu seja liberado hoje.

Pai como é sereno o dia de hoje!
Com que quietude todas as coisas acham o seu lugar!
Esse é o dia que foi escolhido como o momento
 em que eu venho compreender a lição
de que não é necessário que eu faça coisa alguma.
Em ti, todas as escolhas já estão feitas .
Em ti, todos os conflitos resolvidos.
 Em ti, tudo o que eu espero achar já me foi dado.
 A Tua paz é minha.
O meu coração está quieto e a minha mente em repouso.
O Teu Amor é o Céu e o Teu Amor é meu.

Vigiem comigo, anjos, vigiem comigo hoje!
Que todos os Pensamentos santos de Deus me cerquem
E permaneçam comigo em quietude, 
enquanto nasce o Filho do Céu.
Que os sons terrenos se calem
 e as cenas que estou acostumado a ver desapareçam
Que o Cristo seja bem-vindo onde Ele está em casa.
E que Ele ouça os sons que compreende
e só veja as visões que mostram o Amor de Seu Pai.
Que Ele não seja mais um estranho aqui, 
pois Ele nasceu em mim novamente!
                                                                                              (  De Um Curso em Milagres)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Fragmentos de Um Curso em Milagres

                                                              
**** Milagres ocorrem naturalmente como expressões de amor. O amor que os inspira é o milagre real. Nesse sentido, tudo o que vem do amor é um milagre.****

**** Não há tensão em fazer a Vontade de Deus, tão logo reconheças que Ela é também a tua.****

**** A paz é uma herança natural do espírito. Cada um é livre para se recusar a aceitar a própria herança, mas não é livre para estabelecer o que é a sua herança.****

**** Deus é tão incapaz de criar o perecível quanto o ego de fazer o eterno.****

**** Se tu não podes ouvir a Voz que fala por Deus é porque não escolheste escutar.****

**** Eu coloco a Paz de Deus no teu coração e nas tuas mãos para manteres e compartilhares. O coração é puro para mantê-la e as mãos são fortes para dá-las.****

**** Tudo o que ensinas estás aprendendo. Ensina só o amor e aprende que o amor é teu e que tu és amor.****

**** É impossível lembrar de Deus em segredo e sozinho. Pois lembrar de Deus significa que não estás sozinho e estás disposto a lembrar-te disto.****

**** A única Luz que temos nesse mundo é a lembrança de Deus.****

**** O meu Reino não é desse mundo porque é em ti. E tu és do teu Pai.****

**** Há um lugar em ti onde há paz perfeita. Há um lugar em ti onde nada é impossível. Há um lugar em ti onde habita a força de Deus.****

**** Existe um lugar em ti que o tempo deixou, no qual os ecos da eternidade são ouvidos. Existe um lugar de descanso tão quieto que nenhum som, a não ser um hino ao Céu, se eleva para alegrar Deus Pai e Deus Filho. Onde Ambos habitam, Eles são lembrados. E onde Eles estão está o Céu e a Paz.****

**** A tua tarefa não é buscar o amor, mas simplesmente achar todas as barreiras que construiste dentro de ti contra ele. Não é necessário buscar o que é verdadeiro, mas é necessário buscar o que é falso.****

**** Quando Eu disse: "Estou contigo sempre", literalmente quis dizer isso. Não me ausento de ninguém em nenhuma situação. Como eu estou sempre contigo, tu és o caminho, a verdade e a vida.****

**** Aceitar a tua pequenez é arrogante porque significa que a tua avaliação de ti mesmo é mais verdadeira do que a de Deus.****

**** Não procures a cura no deus da doença, mas só no Deus do amor, pois a cura é reconhecê-Lo.****

**** Linda criança de Deus, tu só estás pedindo o que eu te prometi. Acreditas que eu poderia enganar-te? O Reino do Céu está dentro de ti. Acredita que a verdade está em mim, porque eu tenho o conhecimento de que ela está em ti.****

**** Só tu podes te privar do que quer que seja. Não te oponhas a esse reconhecimento, pois isso é verdadeiramente o princípio da aurora da luz.****

                                                    

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Um Curso em Milagres é um ensinamento holístico espiritual que tem se mostrado um profundo guia para uma reavaliação pessoal e do mundo. Escrito numa linguagem cristã, tem sensibilizado pessoas religiosas ou não, pela universalidade de seu conteúdo. Como muitos outros ensinamentos espirituais UCEM afirma que todos somos um, que nunca estivemos separados um do outro ou da fonte e que cada ser humano tem dentro de si uma capacidade inerente para a compaixão, o perdão e a paz.

O curso objetiva despertar em cada um a consciência dessa capacidade que se acha obstruída pelo ego. Para isso, ensina como distinguir entre a voz do ego (medo) e a voz da sabedoria interna (amor), removendo os sentimentos de separação que experimentamos e nos permitindo perceber a nossa unidade com o outro.
Os milagres de UCEM não são aqueles que acontecem no plano físico, de maneira espetacular. Os milagres que o curso nos ensina são as mudanças de percepção que nos permitem ver o mundo através dos olhos do amor, reconhecendo que somos todos um.


Vera Lucia Ferreira coordena um grupo de UCEM no RJ.
Informe-se através do e-mail  luzreiki@uol.com.br

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O Poder Curativo da Música



Para timidez, Beethoven;
esgotamento nervoso, Joseph Haydn;
depressão constante, as valsas de Strauss;
insônia ou enxaqueca, Franz Schubert.

Estas são algumas das receitas musicais que médicos europeus e americanos passam a seus pacientes. Os resultados são extraordinários e indicam uma grande redescoberta do poder da música,coisa bem conhecida pelos antigos.




   (O texto que se segue é de Hans Manfred Heuer. Foi extraído da revista Planeta com algumas adaptações.)

Um remédio capaz de prolongar a vida
   O esforço de curar as doenças com a ajuda da música é antiquíssimo”. Atualmente, temos a terapia musical, cuja importância já era reconhecida pelos nossos antepassados e aplicada em grande escala.
Segundo a Enciclopédia de Brockhaus, a terapia musical é “um remédio psicoterapêutico da condição psicossomática do ser humano. O esforço de curar as doenças com a ajuda da música é antiquíssimo”.
    De fato, entre os árabes e egípcios, o médico era um músico mágico, influenciando corpo e alma com o poder do som. E um provérbio chinês, de há 3.000 anos, enaltece a música como “um remédio que prolonga a vida”.
    Também no Velho e Novo Testamento encontramos muitos exemplos do poder curador da música. E, em certas tribos norte-americanas, o pajé, para curar certas doenças, cantava melodias para seus pacientes, para ajudar em sua recuperação, ao mesmo tempo que os aconselhava a inventarem e cantarem eles mesmos outras canções.
    Contudo, o fato de povos “primitivos” muitas vezes revelarem maior confiança no poder de tambores e trombetas para curar doenças nada tem a ver com superstição. O lama, sacerdote tibetano, que também é médico e entra na casa dos pacientes, fazendo música, não quer exatamente curar o doente com a sua música. Ele apenas usa a música como meio de concentrar a força de vontade do paciente e levá-lo ao êxtase necessário para que ele se cure.
    Os gregos veneravam Esculápio, filho de Apolo e, em sua mitologia, o deus da medicina descendia diretamente do deus da música. Na Ilíada, de Homero, podemos ler que uma epidemia causada por Apolo foi eliminada pelo coro dos Aechaeros. Também no livro 29 da Odisséia, conta-se que um ferimento de Ulisses parou de sangrar quando tratado com música.
    Há inúmeros exemplos onde a música, como remédio, faz “milagres”. O filósofo e matemático grego Pitágoras (570-497 a.C.) livrou-se de um bando de lobos prontos a devorá-lo tocando sua flauta, e foi um dos primeiros que tentou curar doenças com a ajuda da música. Assim, ele tocou uma música séria e suave, num determinado ritmo, para curar um rapaz bêbado que estava querendo queimar a casa de sua amada, por ciúme.
    Por sua vez, o filósofo e naturalista grego Tales de Mileto (650-560 a.C.) — um dos sete sábios da Grécia e também um de seus maiores filósofos e músicos — evitou, através de doces melodias, uma revolta popular na Lacedemônia, bem como acabou, através da música de sua harpa, com uma peste terrível que surgiu como uma “contaminação melancólica” (diríamos hoje “contaminação psíquica”).
   
Pânico e pavor mortal, acalmados pela música
    Os gregos tratavam distúrbios “da consciência” de um modo bastante metódico e curioso.
Com a ajuda de certos estímulos sonoros e melodiosos, eles intensificavam o efeito psicopático até que o paciente chegasse a uma explosão, descarregando, assim, toda a tensão acumulada.
    Maníacos religiosos, por exemplo, tinham que ouvir continuamente certas melodias na flauta, conhecidas por intensificarem êxtases religiosos. E tinham que ouvir essas melodias até que a sua própria alucinação, intensificada ao extremo, se “esvaziava”.
    Os gregos conseguiram acalmar o pânico e todos os tipos de pavores mortais, através da música. Um exemplo moderno: quando o navio Titanic chocou-se com um iceberg e começou a afundar, o capitão mandou a orquestra tocar hinos religiosos, o que acalmou a todos e permitiu que o trabalho de salvação prosseguisse tranquilamente.
    Podemos, sem dúvida alguma, aceitar o fato de que o povo grego tinha, como nenhum outro teve até hoje no Ocidente, uma experiência muito grande da influência sugestiva da música.
    Os romanos provavelmente imitaram as curas musicais dos gregos, mas temos poucas provas disso. O escritor Plínio, o Velho (23-79 d.C.), conta que doenças do baço podiam ser curadas com a ajuda da música. E o imperador Adriano (76-13 a.C.), possuidor de um grande conhecimento de medicina, conseguia, através da música, sugar a água dos corpos dos pacientes que sofriam de barriga-d’água.
    Na Idade Média tentou-se, com pouco resultado, aplicar a terapia musical. Procurou-se, por exemplo, combater a peste com canções e danças, porém, sem o conhecimento mais profundo dos gregos. Uma doença que se espalhou por todos os lados em pouco tempo, naquele período, foi a “fúria dançante”, ou coreomania. Seus sintomas eram uma exaltação espasmódica, com movimentos de dança e tremores nervosos, baseada em sugestão em massa. Esta doença ocorria sempre depois das grandes epidemias de peste.
    A “fúria dançante” ocorreu pela primeira vez numa aldeia das margens do rio Reno. Uma moça começou de repente a dançar como louca, sem música e sem qualquer motivo aparente, e foi seguida por outras moças, e depois por mais mulheres, homens e crianças, às centenas. Eles abandonaram sua aldeia e, dançando, foram percorrendo as aldeias e cidades vizinhas. Apenas na cidade de Metz, 1.100 casais foram tomados pela “loucura dançante”.
    Como numa epidemia, toda a parte oeste da Alemanha estava contaminada pela doença. As autoridades recorreram, então, a um último recurso: colocaram, nas praças e feiras, músicos que, tocando sem parar, intensificaram de tal forma o frenesi dos dançarinos, que eles se esgotaram totalmente, descarregando sua energia numa última explosão de loucura. Antes do que se esperava, a epidemia terminou.
    Na Idade Média acreditava-se tanto no poder curador da música ,que se tentou curar doentes com instrumentos musicais feitos com determinados materiais que se julgava apropriados para tal. Contra a peste, por exemplo, tocava-se música num violão feito da madeira de uma árvore de louro, e usava-se uma flauta feita de certas partes de um rícino (ótimo laxativo). Uma pessoa atacada de reumatismo tinha que ouvir música de um instrumento feito da madeira do álamo, e contra desmaios aconselhava-se a música de instrumentos feitos do pau-de-canela.
    Conforme os escritos de muitos médicos da Idade Média, embora suas afirmações não tenham a base metódica sobre a qual os gregos fundaram suas terapias, a música mostrava-se eficaz no tratamento das seguintes doenças: enxaqueca, febres intermitentes, tétano, insônia, epilepsia e histeria.
Música rápida e alegre aumenta a velocidade das batidas do coração e, assim, todos os órgãos começam a funcionar com maior velocidade. Música lenta e sombria anuvia a vista e abaixa a pressão.
    Existe nos Estados Unidos um instituto dedicado a pesquisas sistemáticas sobre a música terapêutica. Neste instituto, os pacientes são submetidos às mais diversas irradiações musicais. Por exemplo, quando o paciente sente medo, ele é tratado com a Primeira Sinfonia, de Johannes Brahms; se o paciente tem tendências neuróticas, utiliza-se a Abertura de Guilherme Tell, de Rossini; e, se o paciente estiver com estafa, usa-se a Appassionata, de Beethoven.
    Em geral, aconselha-se às pessoas tímidas e psicologicamente bloqueadas ouvir muito Beethoven; às pessoas com esgotamento nervoso, Joseph Haydn; às pessoas que sofrem depressões constantes, as valsas de Johann Strauss (não importa se as do pai ou as do filho); e às pessoas que sofrem de insônia ou enxaquecas, Franz Schubert.
    Na Inglaterra existem desde 1884 coros musicais que se dedicam exclusivamente a fins terapêuticos. Também na Alemanha a música é utilizada para o tratamento de pacientes em hospícios e sanatórios. Nesse país, existem desde antes da Segunda Guerra Mundial médicos “musicais” que viajam de um sanatório a outro, tratando dos pacientes e conseguindo muitas vezes curas praticamente milagrosas. Doentes mentais exaltados, que gritam e cantam sem parar, são acalmados com improvisações de harmônio. Nestes casos, os médicos tentam estabelecer um contato musical com os pacientes, procurando entender a natureza de suas doenças. Os resultados muitas vezes são impressionantes.
    Quase todos os cientistas aceitam hoje o fato de que doentes mentais podem ser curados com a ajuda de música. Mas as pesquisas nesse campo não se limitam aos distúrbios mentais. Hoje em dia e já durante alguns anos, vem-se fazendo experiências com a terapia musical em doenças que até então não respondiam à influência restabelecedora da música.
    As experiências com terapia musical durante a anestesia mostraram que a música não se limita a agir sobre o corpo humano. Sua esfera de influência vai além das fronteiras da consciência, chegando às profundezas do inconsciente, de onde surgem, talvez, nossas energias mais vitais e essenciais.
 
Operações com música escolhida
      O chefe da seção de anestesia do hospital de Luneburg, doutor Wit-tenberg, disse que os pacientes podem, durante uma operação, ouvir sua música preferida, mediante um fone de ouvido. Basta-lhes escolher uma fita da coleção variadíssima do próprio hospital.
    Pesquisas feitas nos grandes hospitais da Alemanha provam que cada vez mais os médicos estão usando a música como terapia durante operações. Também o dr. Sommer Pedersen, do hospital da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, faz hoje a maioria de suas operações sob os sons de música ligeira. E o médico sueco dr. Erik Block, chefe da seção de ginecologia de um hospital, diz:  - Combinando as músicas de Mozart com a hipnose, durante o parto, conseguimos diminuir consideravelmente a mortalidade dos recém-nascidos. No ano passado, conseguimos salvar a vida de mais de trinta bebes graças à música.
    Block acha que a música ajuda as mães a se relaxarem, encurtando o tempo do parto.
Muitos médicos estão também utilizando a música em seus consultórios a fim de relaxar seus pacientes, pois, geralmente, quem vai consultar o médico ou o dentista sente-se meio apavorado, o que aumenta a pressão e pode ser perigoso para pessoas muito medrosas.
    Diz um médico alemão: “Na sala de espera de meu consultório toco fitas escolhidas especialmente por um terapeuta musical. Cada peça dura mais ou menos dezesseis a vinte minutos, e, depois de um intervalo da mesma duração, segue-se outra música. Desde que passei a tocar Mozart, Tchaikowsky e Beethoven no meu consultório, os pacientes sentem-se muito melhor”.

    Isso tudo mostra que em nosso tempo o tratamento através da música está se tornando cada vez mais comum e natural. Mesmo a medicina moderna, com seus enormes progressos, entendeu o grande valor da música como terapia, reconhecendo, assim, a sabedoria dos antigos.
    Disse Benno Ramstetter na revista "O Outro Mundo":   “Talvez somente uma ‘filosofia da música’ conseguirá explicar o porquê da ação terapêutica da música. Não podemos esquecer, porém, que a música não exerce sua maior influência sobre a superfície da percepção, mas sobre o inconsciente psíquico. A paixão religiosa e o fogo das sinfonias de Beethoven não desaparecem com os últimos sons nem com o término da audição pelo ouvinte. A música é uma substância purificadora e psíquica. Permanece presente e ativa mesmo após o término dos acordes e melodias. Ela age como uma força que nos ajuda a ir do inconsciente para o essencial, que nos cura e enobrece”.
    A ligação entre música e medicina, entre médico e músico, era reconhecida e colocada como um ideal mesmo nos tempos mais remotos, entre povos primitivos. Não é coincidência que muitos dos médicos mais famosos de outrora tenham sido também músicos de renome.
 
 (O texto acima é de Hans Manfred Heuer. Foi extraído da revista Planeta com algumas adaptações.)